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21 de Novembro de 2018

Clipping – Diário de Tupã (SP) - Disparam os casos de divórcio em Tupã

Fonte: Diário de Tupã

Em Tupã, 60,52% dos casamentos realizados no ano passado terminaram em divórcio. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de divórcios em Tupã aumentou 5,02% no ano de 2017, em relação ao ano de 2016. No ano de 2016, foram realizados 219 divórcios. No ano de 2017, foram 230. 

Vale lembrar que, no ano de 2016, 50,81% dos casamentos terminavam em divórcio. O número de divórcios em relação ao número de casamentos apresentou alta de 9,71%, em apenas um ano. 

A pesquisa Estatísticas do Registro Civil apurou 373.216 divórcios concedidos, no Brasil, em 1ª instância ou por escrituras extrajudiciais, no ano de 2017. 

Houve um aumento no número de divórcios contabilizados pela pesquisa em relação a 2016, quando o total de divórcios concedidos em 1ª instância ou por escrituras extrajudiciais foi de 344.526. "Em média, os homens se divorciam em idades mais velhas que as mulheres. Na data do divórcio, os homens tinham em média 43 anos, enquanto as mulheres tinham 40 anos de idade”, destaca o estudo. 

Analisando a variação entre as unidades da federação em 2007, esse tempo médio variou entre 16 e 21 anos. Para 2017, o intervalo observado variou entre 11 e 18 anos de duração. "Na avaliação dos divórcios judiciais concedidos em 1ª instância, por tipo de arranjo familiar, observou-se que a maior proporção das dissoluções se deu para famílias constituídas somente com filhos menores de idade, a qual atingiu 45,8%”, ressaltou. 

Casamentos 
Os dados destacam que o número de casamentos em Tupã também diminuiu no ano de 2017. 

Em 2016, foram registrados 431 casamentos, de acordo com o IBGE. Já em 2017 foram realizados em Tupã 380 casamentos. A redução foi de 11,83%. 

O Brasil registrou 1.070.376 casamentos civis em 2017, sendo 5.887 entre pessoas do mesmo sexo. Houve redução de 2,3% no total de casamentos registrados em relação ao ano de 2016. 

O IBGE destacou que a redução observada em todas as grandes regiões do País variou de 3,1% no Sudeste a 0,1% no Sul brasileiro. "Entretanto, não foi observado o mesmo comportamento nos casamentos entre pessoas do mesmo sexo, que registraram aumento de 10,0% entre os anos considerados”, afirmou. "A taxa de nupcialidade legal dá uma dimensão do número de registros de casamentos em relação à população em idade de casar, ou seja, de 15 anos ou mais de idade, permitindo a comparação entre os estados. No Brasil, para cada 1.000 habitantes em idade de casar, em média, 6,6 pessoas se uniram por meio do casamento legal em 2017”, acrescentou o estudo. 

Segundo o estudo, é possível observar que grandes regiões com características distintas em relação às dimensões culturais, sociais e econômicas apresentaram taxas de nupcialidade semelhantes. "Nas uniões civis entre cônjuges solteiros de sexo diferente, para o Brasil, a diferença das idades médias ao contrair a união foi de aproximadamente 2 anos, sendo que os homens se uniram em média aos 30 anos e as mulheres aos 28 anos de idade”, acentuou. "Esse comportamento é homogêneo entre as grandes regiões, com a idade média variando entre 30 e 32 anos para os homens e 27 e 29 anos para as mulheres”, completou. 

Mesmo sexo 
Para os casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo, no Brasil, a idade média ao contrair a união foi de aproximadamente 34 anos para os homens e 33 anos para as mulheres. Para as grandes regiões, a idade média dos cônjuges solteiros ao contrair a união apresentou comportamento semelhante para homens e mulheres, com variação entre 32 a 35 anos. 

Os casamentos entre cônjuges femininos foram os que mais contribuíram para o aumento de casamentos de pessoas do mesmo sexo. Eles representaram 57,5% das uniões civis dessa natureza em 2017. Enquanto os registros referentes aos casamentos entre cônjuges masculinos cresceram 3,7%, os casamentos entre cônjuges femininos apresentaram aumento de 15,1%. 

O número de casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo em 2017 foi superior ao obtido no ano anterior em todas as grandes regiões brasileiras, sendo o Nordeste e Centro-Oeste as regiões que registraram, respectivamente, o menor e maior percentual de aumento nos casamentos civis dessa natureza, 1,0% e 13,8%, respectivamente.

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